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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Aracaju, Sergipe

 A cidade tem uma céu maravilhoso e uma gente muito simpática. Dizer isso parece querer fazer propaganda de Aracaju, como se nada de ruim por lá houvesse, não é mesmo?
 Pois claro que tem coisa ruim, ou pelo menos, estranha. Bem, ficamos hospedados num tal de REal Praia Hotel, que fica na Av. Santos Dumont, numa espécie de bairro conhecido como Atalaia. Parece uma Barra da Tijuca, no Rio, onde mora a elite. Boa parte da praia não tem restaurante, quiosque nem barraca nem nada. É sol e areia, embora o mar seja muito agradável. O problema é tentar matar a sede ao sair do banho. Vai ter que andar muito na areia.
 Em Atalaia, embora não haja populares - parece que todo mundo passa de carro, se hospeda em hoteis e só faz compras bem longe dali. Apesar disso, é em Atalaia que fica a sede do Projeto Tamar. Na foto acima, uma multidão se aglomera na praia a fim de assistir à soltura das tartarugas filhotes, pelos monitores do Projeto Tamar.
 Outro ponto muito cotado em Aracaju é a chamada Passarela do Caranguejo. O nome, decerto, vem do fato de que vários restaurantes ali servem caranguejo. Mas também há outras atrações, não necessariamente gastronômicas, como música ao vivo, por exemplo. Na melhor delas, um conjunto de forró. Na única casa lotada, com gente esperando do lado de fora, a atração principal é o forró.
Outro problema em Aracaju é que tudo fecha no final de semana, isto é, na cidade propriamente dita, não há como visitar quase nada.  O próprio museu da Gente Sergipana fecha às 15 horas e não funciona em feriados como Primeiro de Janeiro.

domingo, 23 de agosto de 2015

Salvador - Bahia

















O voo. O voo é da Avianca e o atraso é de uma hora. O avião não tem fones de ouvido nem encosto para os pés. E a poltrona, que não podemos escolher, é a do meio.

A pousada. A pousada fica na Barra. Ela vem no pacote junto com a passagem de avião vendida pela Decolar.com. É pequena, sem ar condicionado. Portão trancado, sem café à tarde ou à noite.

A cidade. Em Salvador é tudo caro. O táxi vai de bandeira dois do aeroporto para qualquer lugar (na volta também). O medo de ser roubado é constante. O pelourinho é triste. Paga-se por tudo, até por um passe dado na frente da Igreja do Bonfim. E o povo soteropolitano é orgulhoso.